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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Experiencias Macabras com Cães vivos. A verdade sobre a origem dos transplantes de coração.


O cachorro mutilado com implante de cabeça extra por Demikhov, causa espanto ao mundo e revoluciona a medicina.



É triste mas a verdade é que isto realmente aconteceu e com certeza acontece diariamente em laboratórios espalhados pelo mundo todo, estima que para cada experiencia bem sucedida outras cinco falharam, imaginem o que acontece com estes animais em laboratórios científicos como o do Dr. Demikhov, leia o post completo e veja o vídeo na sequencia desta matéria.


video

Em 1954 Vladimir Demikhov chocou o mundo quando revelou uma monstruosidade cirurgicamente criada. Um cachorro de duas cabeças.


Ele criou a criatura em um laboratório localizado nos arredores de Moscou, onde enxertou a cabeça, ombros e pernas frontais de um filhote no pescoço de um pastor alemão.

Demikhov preparou uma apresentação diante de repórteres de todo o mundo. Jornalistas suspiravam enquanto as duas cabeças se debruçavam para beber simultaneamente em uma tigela de leite e estremeciam enquanto o leite da cabeça do filhote pingava do tubo desconectado de seu esôfago.



A União Soviética ostentou o cachorro como prova da proeminência médica da nação.

No decorrer dos quinze anos seguintes Demikhov criou um total de vinte outros cachorros de duas cabeças. Nenhum deles viveu por muito tempo, sendo vítimas inevitáveis das conseqüências de rejeição de tecido. O recorde foi de um mês.



Demikhov explicou que os cachorros faziam parte de uma série de experimentos que tinham o objetivo de descobrir uma técnica para o transplante de coração e pulmão humanos.

Documentário:


Em 1967, o cirurgião sul-africano Christian Barnard foi o primeiro a transplantar um coração, mas Demikhov é amplamente reconhecido como o seu precursor.

O que pode ser mais terrível que criar um cachorro de duas cabeças? Que tal manter a cabeça de um cachorro viva SEM o seu corpo?

Desde a Revolução Francesa, quando a guilhotina enviou milhares de cabeças rolando para cestas, cientistas se perguntam se seria possível manter uma cabeça viva sem o corpo, mas foi só em 1920 que alguém conseguiu uma resposta.

O médico soviético Sergei Brukhonenko criou uma máquina primitiva que exercia as funções do coração e do pulmão à qual ele batizou de “autojetor”. Com o auxílio do aparelho ele conseguiu manter viva a cabeça de um cachorro.

Brukhonenko exibiu uma cabeça viva de cachorro em 1928 diante de uma audiência de cientistas internacionais no Terceiro Congresso de Fisiologistas da URSS.

Para provar que a cabeça sobre a mesa realmente estava viva ele a fez reagir a estímulos. Brukhonenko bateu com uma marreta na mesa, e a cabeça hesitou. Lançou luz em seus olhos, que piscaram. O médico chegou ao ponto de alimentá-la com um pedaço de queijo, que imediatamente caiu pelo tubo esofagueal do outro lado.

A cabeça de cachorro foi assunto de discussões em toda a Europa e inspirou o dramaturgo George Bernard Shaw a dizer “Estou tentado a ter minha própria cabeça cortada de forma que eu possa continuar a ditar peças e livros sem ser importunado por doenças, sem ter que me preocupar em me vestir e comer, tendo como única ocupação a criação de obras primas das artes dramáticas e da literatura”.

Transplante de cabeça de macaco







A revelação do cachorro de duas cabeças de Vladimir Demikhov em 1954 desencadeou uma disputa bizarra entre os dois super poderes da época: EUA e URSS.

Determinado a provar que os seus cirurgiões eram os melhores do mundo, o Governo Americano passou a financiar o trabalho de Robert White, que então trabalhava em uma série de cirurgias experimentais em seu centro de pesquisas cerebrais em Cleveland, resultando no primeiro transplante de cabeça de macaco do mundo.


O transplante ocorreu em 14 de março de 1970. White e seus assistentes levaram horas para remover cuidadosamente a cabeça de um macaco e transplantá-la para um corpo novo. Ao despertar e descobrir que seu corpo havia sido trocado, o macaco fulminou White com os olhos e brandiu-lhe os dentes.



O animal sobreviveu um dia e meio antes de sucumbir a complicações da cirurgia. As coisas poderiam ter sido piores pra ele, no entanto. White observou que, do ponto de vista cirúrgico, teria sido mais fácil implantar a cabeça ao contrário.

O médico imaginou que se tornaria um herói, mas o público ficou extremamente chocado com a experiência. A despeito da rejeição, White prosseguiu com uma campanha em busca de fundos para financiar a pesquisa para um transplante de cabeça humana.

Ele viajou o país na companhia de Craig Vetovitz, um quase quadriplégico, voluntário para ser o primeiro a ser submetido ao procedimento. Embora ainda não tenha acontecido, Robert White ainda espera realizar a cirurgia.


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